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“É um absurdo. Vamos mostrar nas urnas que agressor de mulher não pode representar o povo”, declarou.

Apesar das diversas manifestações de repúdio à candidatura de Tayrone, inclusive com repercussão nacional, o Partido Socialista Brasileiro manteve o nome do candidato na chapa, o que gerou ainda mais críticas.

Outro ponto que causou surpresa foi a presença de Lídia Moura — ex-secretária da Mulher no governo de João Azevêdo — na mesma composição partidária, disputando uma vaga como deputada estadual. Críticos apontam que, nesse cenário, votos destinados a Lídia podem acabar contribuindo indiretamente para a eleição de Tayrone, devido ao sistema proporcional.

Fábio Tayrone ganhou notoriedade nacional após episódio de agressão envolvendo a advogada Myriam Gadelha, filha do também conhecido Salomão Gadelha. Além disso, há relatos de outras supostas vítimas.

O caso reacende o debate sobre a responsabilidade dos partidos políticos na seleção de candidatos e o compromisso com a proteção das mulheres na esfera pública.

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